segunda-feira, 25 de junho de 2012

Diabetes tipo 1

Este post foi retirado integralmente do blogue " Doce Vida Diabetes", com novidades tornadas públicas no congresso 2012 da ADA (Associação Americana da Diabetes). Parabéns pelo blogue,muito útil e interessante. Aqui fica. "Os análogos de GLP-1, que já são usados no tratamento do diabetes tipo 2, passariam a ser usados no tratamento do diabetes tipo 1. Eles não substituiriam a insulina, mas ajudariam no melhor controle Estudo apresentado no congresso Americano de Diabetes – ADA 2012 – apontou uma nova opção para o tratamento de pacientes com diabetes do tipo 1: os análogos do GLP-1, uma imitação de um hormônio produzido normalmente pelo próprio organismo. “O GLP-1 é um hormônio que promove o aumento da saciedade e, consequentemente, a redução da ingestão de alimentos. Esta redução ocorre pela ação sobre o centro da saciedade no cérebro, além de causar um retardo no esvaziamento do estômago”, explica a endocrinologista do Centro de Diabetes Curitiba (CDC), Luciana Pechmann. Os análogos do GLP-1 já vêm sendo usados por pacientes com diabetes do tipo 2 no Brasil há cerca de um ano, com resultados muito bons. Para uso em diabéticos tipo 1, os estudos são recentes. “O tratamento com insulina é o principal para os pacientes com o tipo 1 e sempre será”, relata a médica. A novidade é que seria nova classe de medicamentos para ajudar no controle, com possível redução da quantidade de insulina aplicada. A endocrinologista do Centro de Diabetes de Curitiba destaca que a adição dos análogos de GLP 1 pode reduzir a secreção de um hormônio chamado glucagon. Esse hormônio, em taxas elevadas, pode causar o aumento dos níveis de glicemia e dificuldade no controle da doença. O uso de medicamento evitaria essa situação e reduziria as chances de complicações tardias. “O análogo do GLP-1 administrado neste estudo e apresentado durante o congresso foi o Liraglutide. Ele leva à diminuição de apetite e perda de peso, o que proporciona um melhor controle da glicemia e diminuição dos níveis de insulina utilizados”. Retirado de http://www.educacaoemdiabetes.com.br/2012/06/25/novidades-no-tratamento-de-diabetes-tipo-1/ , em 25/06/2012.








domingo, 11 de março de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Monitor Remoto de Glicémia proporcionará noites mais tranquilas aos pais

A Medtronic, empresa que produz bombas de infusão e monitores contínuos de glicose (CGMs), finalmente lançou um produto que parece ser o sonho de todo pai ou mãe de filhos com diabetes: o mySentry, um monitor remoto de glicose.



A ideia é simples, porém levou anos para ser aprovada pelo FDA, a agência sanitária americana. O mySentry é composto de duas partes, um repetidor que recebe os sinais do monitor contínuo ligado ao paciente (CGM), que por sua vez envia o sinal para um outro dispositivo que pode ser colocado ao lado da cama dos pais, como um rádio-relógio, e mostra em tempo-real as medições de glicemia do paciente.



Além das medições, o mySentry emite alertas de acordo com previsões de alta ou baixa severa da glicose no sangue. Segundo o fabricante, as previsões podem ser feitas com até 30 minutos de antecedência e os alertas são configuráveis de acordo com os níveis de cada paciente.

“Muitos pais de pacientes acordam diversas vezes todas as noites para verificar os níveis de glicose dos filhos, mas nem mesmo isso pode ser suficiente para prevenir episódios de hipoglicemia severa” disse o médico William Tamborlane, Chefe de Endocrinologia Pediátrica e Diretor Assistente do Yale Center for Clinical Investigation.
Convém lembrar que o mySentry só é compatível com o combo MiniMed Paradigm® REAL-Time Revel™ System, que é o kit de bomba de infusão mais o medidor contínuo integrado (CGM) da própria Medtronic.

Como o produto acaba de passar pela última fase de aprovação do FDA, já pode ser adquirido nos Estados Unidos.

Retirado em http://www.diabetesemlimites.com.br/2012/01/monitor-remoto-de-glicemia-promete-noites-mais-tranquilas-aos-pais/











segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Caneta para injecções de Insulina,para evitar esquecimentos



As pessoas com diabetes podem acidentalmente esquecer a administração de doses de insulina ou dar uma dose dupla, tão frequentemente como 3 vezes por mês! Para evitar-se estas situações, foi concebida a caneta Timesulin. Assim, saber-se-à quando foi a última injecção de insulina.Com esta caneta, não é necessário alterar a caneta de insulina que faz parte da rotina diária da pessoa com Diabetes.











segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Tratar a Diabetes sem injeções

Investigadores australianos descobriram uma molécula que pode ser usada como substituto da insulina no tratamento da diabetes. E mais: poderá vir a ser tomada por via oral.


A diabetes é uma das grandes pandemias e problemas de saúde pública do século XXI, com a Fundação Mundial de Diabetes a estimar que afete cerca de 285 milhões de pessoas (qualquer coisa como 6% da população adulta).

Para os doentes de diabetes tipo 1 (juvenil) e mais de 25% dos doentes de diabetes tipo 2, a sua condição implica injeções diárias de insulina, o que para além de não ser confortável é também inconveniente. Cientistas preocupados com este problema têm tentado desenvolver uma alternativa de ingestão de insulina por via oral.

Um avanço significativo neste domínio foi conseguido por uma equipa de investigadores da Curtin University, na Austrália, que descobriu um substituto de insulina que pode ser tomado oralmente.


O substituto foi encontrado numa molécula de chumbo, com efeitos semelhantes aos da insulina. Nos últimos 10 anos, o professor Erik Helmerhorst e a sua equipa da Curtin University têm aperfeiçoado esta molécula.

O que a torna passível de ser tomada por via oral, ao contrário da insulina, é que a molécula não se desfaz no estômago humano pelo que poderá vir a ser a solução para que milhões de pessoas se possam livrar das incómodas injeções diárias.

Para já, o único senão desta descoberta tem a ver com o desenvolvimento lento processo: até que esta molécula seja submetida aos primeiros testes clínicos ainda deverão ser necessários mais cinco anos em fase de otimização.



Retirado em http://www.movimentomilenio.com/2011/11/para-combater-a-diabetes-sem-injecoes/









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